terça-feira, 20 de março de 2012

Diretório do PT de João Pessoa decide entregar Cargos ocupados na gestão de Luciano Agra

Decisão é fruto do resultado que domingo optou pela candidatura própria
O Diretório Municipal do PT em João decidiu no inicio da noite desta terça-feira formalizar a entrega dos cargos ocupados pelo partido na administração do prefeito Luciano Agra, do PSB, como conseqüência do resultado das eleições internas na legenda domingo passado quando os filiados decidiram pela candidatura própria.

- Esta Executiva, num gesto de profundo respeito às regras fundamentais do jogo democrático, vem publicamente colocar à disposição do senhor prefeito os espaços atualmente ocupados pelo nosso partido, para que ele recomponha da melhor forma que entender a sua equipe, mantendo as políticas públicas que vem dando certo na gestão da nossa querida João Pessoa – afirmou o Secretário Jackson Macedo.

Eis a integra do documento:

EXECUTIVA MUNICIPAL

Resolução Política

Considerando o resultado da eleição que definiu os (as) delegados (as) ao Encontro de definição de tática eleitoral do PT em João Pessoa para as eleições 2012, realizado no dia 18 de março:
1) Está de parabéns o PT e sua Direção Municipal. Demos um exemplo de organização, democracia e participação;
2) Estão de parabéns os (as) filiados e filiadas que participaram ativamente do processo e deram demonstração de confiança na condução do pleito por parte desta instância;
3) Não temos dúvida quanto à preferência da maioria dos filiados e filiadas e continuaremos encaminhando todas as questões alusivas para garantir o melhor andamento do processo;
4) Esta instância municipal aceita, respeita, homologa e encaminhará todas as decorrências institucionais do resultado da eleição do último domingo (18), apesar de continuar a entender que a aliança que governa João Pessoa desde 2005 vem sendo responsável por mudanças substanciais na vida dos pessoenses. E o PT é protagonista destas mudanças;
5) Agradecemos a confiança, a lealdade e o respeito que o Prefeito Luciano Agra – PSB vem dedicando ao PT e o cuidado com a Cidade de João Pessoa;
6) Desta forma, esta Executiva entende que os espaços ocupados pelo PT no Governo Municipal são resultados positivos desta parceria;
7) Sendo assim, considerando o resultado da eleição do último domingo, esta Executiva, num gesto de profundo respeito às regras fundamentais do jogo democrático, vem publicamente colocar à disposição do senhor prefeito os espaços atualmente ocupados pelo nosso partido, para que ele recomponha da melhor forma que entender a sua equipe, mantendo as políticas públicas que vem dando certo na gestão da nossa querida João Pessoa. A cidade não pode retroceder!

João Pessoa, 20 de março de 2012.

sábado, 17 de março de 2012

FAZ VERGONHA! ESTRADAS DO LITORAL SUL CONTINUAM ABANDONADAS PELO GOVERNO DO ESTADO

PONTE DE CUPISSURA - COMPLETAMENTE ABANDONADA
Outra situação de completo abandono é na estrada que liga os municípios de Caaporã a Alhandra; estrada esta, que também serve de acesso ás comunidades de Cupissura, Barreiros e diversos assentamentos da região. São imensas crateras na pista que causam frequentes acidentes e facilita a ação de assaltantes.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Bom para os fichas suja: Presidente do TRE diz que não vai divulgar lista dos inelegíveis; Ficha Limpa precisa ser interpretada


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, falou nesta quinta-feira (15), que a lei ficha limpa ainda dá abertura para interpretações e que o TRE não pretende divulgar lista com os candidatos inelegíveis.

Segundo o desembargador, que assumiu a presidência do TRE a menos de 15 dias, a lei ficha limpa, “que é uma lei relativamente nova, mas extremamente importante para o país” ainda pode gerar alguma confusão. Para o presidente, a falta de jurisprudência em relação à ficha limpa, sancionada no dia 4 de junho de 2010, pode gerar diferentes interpretações para a justiça. “A lei impera e a jurisprudência governa, mas o tribunal da Paraíba está entre os melhores do país e nós estamos preparados para as eleições” declara Cavalcanti.
“A lei é muito nova e não pode ser interpretada, a chamada hermenêutica, essa decisão do TSE, é uma decisão que não foi unificada, não foi unanime. Foram 4 votos contra 3... nós vamos aguardar que os tribunais estaduais tomem uma decisão em relação a isso” completa o presidente.
Em relação à lista com os nomes dos candidatos que tiveram suas contas rejeitadas pelo TRE, o desembargador declarou: “os julgamentos são públicos e estão no site do TRE para qualquer pessoa que quiser essas informações. Não existe uma predisposição para publicar uma lista com os nomes dos candidatos inelegíveis”.
Para o desembargador, não há necessidade para insegurança, tanto os eleitores quanto para os candidatos, em relação se o candidato poderá, ou não, exercer o mandato se for eleito “porque o candidato que tiver tido algum problema de prestação de contas ao TRE nas eleições passadas, contas rejeitadas ou que tiver tido sentença penal condenatória contra ele, que também é uma das coisas que suspendem os direitos políticos, terá uma garantia muito boa, é que ele terá o seu nome analisado e o resultado publicado num calendário expedido por resolução do Tribunal Superior Eleitoral” finalizou Marcos Cavalcanti.
A entrevista concedida ao programa Rede Verdade, com o jornalista Luis Torres, fez parte de uma visita de cortesia que o desembargador Marcos Cavalcanti fez ao Sistema Arapuan de Comunicação.

Reprovação de contas de campanha não pode tornar político ficha suja


A reprovação de contas de campanha como critério para tornar políticos inelegíveis provocou reação em Brasília. O Painel da Folha informa que um grupo de 12 advogados, especialistas em direito eleitoral, encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um documento contra a medida. O MPE rebateu os questionamentos.
Confira:
Acerto...
Grupo de 12 expoentes da advocacia eleitoral encaminhou ao TSE abaixo-assinado contra a resolução que torna inelegíveis políticos cujas contas de campanhas anteriores tenham sido rejeitadas. No documento, os advogados sustentam que a norma fere a Constituição.
...de contas
Subprocuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau afirma que não há motivo concreto para questionamentos. "Se as contas foram desaprovadas, presume-se um vício insanável. O que esperar de um candidato que tenha agido assim?".

sexta-feira, 9 de março de 2012

Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha".
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Separação do PT e PMDB em João Pessoa ganha repercussão nacional; Ato se repete em outros estados














PT e PMDB, os dois principais partidos da base de sustentação do governo Dilma Rousseff, terão mais disputas do que alianças nas eleições municipais deste ano. A exemplo do que acontece em João Pessoa, os partidos vão estar de lados opostos na maioria das grandes cidades do Brasil e disputa preocupa Palácio do Planalto.

Independentemente de candidatura própria na Capital, o certo é que o PT não estará ao lado do PMDB, partido que já optou por candidatura própria. A decisão do PT de João Pessoa no dia 18 de março será entre a candidatura de Luciano Cartaxo (PT) e a aliança com o PSB.

Veja a íntegra da reportagem do IG apontando o distanciamento do PT e PMDB em João Pessoa.

Segundo levantamento apresentado segunda-feira na reunião da comissão de acompanhamento eleitoral petista, PT e PMDB estarão em lados opostos em pelo menos 72 (61%) das 118 cidades com mais de 150 mil eleitores. O número pode ultrapassar os 80 municípios conforme a evolução do cenário eleitoral. Além disso, PT e PMDB serão rivais em pelo menos 17 (65%) das 26 capitais em disputa.

De acordo com o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, até agora os dois partidos fecharam alianças em apenas três capitais. No Rio de Janeiro, o PT apoiará a reeleição do peemedebista Eduardo Paes. Em Goiânia e São Luís, o PMDB vai se aliar aos candidatos petistas.

A lista de cidades onde os partidos estarão em lados opostos é extensa: João Pessoa (PB), Rio Branco (AC), Belém (PA), Boa Vista (RR), Palmas (TO), Maceió (AL), Salvador (BA), Recife (PE), Natal (RN), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). E pode ser bem maior conforme o andamento do quadro eleitoral.


Segundo dirigentes de ambas legendas, os confrontos são naturais, dadas as peculiaridades locais das disputas municipais. No entanto, o alto número de disputas é motivo de preocupação no Palácio do Planalto, que teme um acirramento ainda maior da delicada relação entre os principais pilares de sustentação do governo.

Na última reunião do conselho político do governo, no início de fevereiro, a própria Dilma fez questão de dizer que se manterá longe das disputas para evitar a contaminação do governo.

“É evidente que isso merece um acompanhamento para evitar respingos no governo”, disse o secretário nacional de Comunicação do PT, André Vargas. Para evitar que as disputas cheguem a Brasília, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, marcou uma série de reuniões com presidentes de partidos aliados para tratar das eleições. Com o PMDB, além de tentar possíveis alianças, Falcão deve firmar uma espécie de pacto de não agressão.

Segundo Raupp, as disputas são naturais. “Teremos candidatos em 22 capitais e se dependesse de mim teríamos em todas. Se o partido quiser se manter forte tem que lançar candidatos próprios”, afirmou Raupp, que nega possíveis respingos no governo. “Isso não vai acontecer de maneira alguma. Os partidos são livres e independentes. Na maioria das cidades tem segundo turno. Onde não der aliança no primeiro estaremos juntos no segundo turno”.

Apesar das tentativas de manter as aparências, os dois lados reclamam da intransigência alheia. “Não é só o PMDB que não quer apoiar o PT”, alfinetou Raupp. “Na Bahia eles não quiseram nos apoiar. Em Porto Alegre, Campo Grande e outras cidades também”, rebateu Vargas. Segundo ele, apesar das disputas não existem casos de atritos graves entre PT e PMDB. “Por mais que os números falem não tem nenhum caso simbólico de atrito”, afirmou o petista.


MaisPB com IG 

Maranhão é o pré-candidato do PMDB, e Manoel Júnior acata pedido de Michel Temer

A saída do deputado teria sido uma solicitação do vice-presidente da República Michel Temer

Terminou a reunião do PMDB para definir quem será o candidato da legenda nas eleições para a Prefeitura de João Pessoa. Após anunciar que não abriria mão de disputar o pleito, o deputado federal Manoel Júnior retirou a pré-candidatura, deixando o espaço livre para o ex-governador José Maranhão.
A saída do deputado teria sido uma solicitação do vice-presidente da República Michel Temer, que pediu para que ele mantivesse a unidade no partido, trabalhando ao lado de José Maranhão. Manoel Júnior acatou a reivindicação de Temer e retirou seu nome. 
Para o senador Vital do Rego, o saldo da reunião foi positivo, e destacou que a relação entre Manoel Júnior e Maranhão sempre foi de amizade, “e não seria agora que isso iria mudar”. 

O processo
Desde que o PMDB começou a debater quem seria o representante da legenda nas eleições municipais, o deputado Manoel Júnior (PMDB) informou que iria sugerir que a candidatura do partido fosse definida nas convenções partidárias de junho, com o enfretamento das duas pré-candidaturas já lançadas, no caso a sua e a do próprio ex-governador.
Apesar da insistência do deputado, a tendência era que Maranhão fosse mesmo o candidato do partido. No começo do mês de fevereiro, o diretório municipal realizou uma reunião e anunciou, com base em números de pesquisas de consumo interno, que Maranhão seria o candidato, mas, depois da resistência de Manoel Júnior, voltou atrás e resolveu aguardar um pouco mais para fazer o anúncio oficial.
Mesmo atrás nas pesquisas, Manoel Junior afirmou que existia pouca rejeição ao seu nome, sendo ele a melhor opção.
Da Redação
WSCOM Online

Maranhão é o pré-candidato do PMDB, e Manoel Júnior acata pedido de Michel Temer

A saída do deputado teria sido uma solicitação do vice-presidente da República Michel Temer

Terminou a reunião do PMDB para definir quem será o candidato da legenda nas eleições para a Prefeitura de João Pessoa. Após anunciar que não abriria mão de disputar o pleito, o deputado federal Manoel Júnior retirou a pré-candidatura, deixando o espaço livre para o ex-governador José Maranhão.
A saída do deputado teria sido uma solicitação do vice-presidente da República Michel Temer, que pediu para que ele mantivesse a unidade no partido, trabalhando ao lado de José Maranhão. Manoel Júnior acatou a reivindicação de Temer e retirou seu nome. 
Para o senador Vital do Rego, o saldo da reunião foi positivo, e destacou que a relação entre Manoel Júnior e Maranhão sempre foi de amizade, “e não seria agora que isso iria mudar”. 

O processo
Desde que o PMDB começou a debater quem seria o representante da legenda nas eleições municipais, o deputado Manoel Júnior (PMDB) informou que iria sugerir que a candidatura do partido fosse definida nas convenções partidárias de junho, com o enfretamento das duas pré-candidaturas já lançadas, no caso a sua e a do próprio ex-governador.
Apesar da insistência do deputado, a tendência era que Maranhão fosse mesmo o candidato do partido. No começo do mês de fevereiro, o diretório municipal realizou uma reunião e anunciou, com base em números de pesquisas de consumo interno, que Maranhão seria o candidato, mas, depois da resistência de Manoel Júnior, voltou atrás e resolveu aguardar um pouco mais para fazer o anúncio oficial.
Mesmo atrás nas pesquisas, Manoel Junior afirmou que existia pouca rejeição ao seu nome, sendo ele a melhor opção.
Da Redação
WSCOM Online